quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

SOCORRO F.F.A.A. DO BRASIL!!

SOCORRO F.F.A.A. DO BRASIL!!



"Por US$ 120 milhões, empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará; contrato valeria por 30 anos. A Funai foi deixada de fora", assim se iniciou a reportagem da Pública, agência de reportagem e jornalismo investigativo.

Creio que não sou apenas eu que fica estarrecido quando vejo que diversos produtores foram removidos de uma determinada área aonde viviam para que a terra fosse passada para a mão dos 
indígenas em forma de área de demarcação e passam a viver na miséria. O fato é que organizações internacionais estão utilizando a propaganda verde para ganhar benefício sobre determinadas áreas brasileiras, explorar seus recursos e em determinados casos apenas frear o desenvolvimento nacional e sua competitividade como estratégia de manter ou aumentar seus montante de lucros.

De forma resumida, essas áreas de demarcação estão praticamente passando das mãos de produtores brasileiros e suas famílias, que através dessas áreas promovem o desenvolvimento do nosso país para a mão dos índios que as "trocam por espelhos" com empresas estrangeiras.

A tribo munduruku deu plenos direitos à sua área demarcada para a empresa Celestial Green Ventures da Irlanda. O contrato, em seu terceiro parágrafo ainda deixa claro o que a empresa ganha com a área de demarcação:

"Os pagamentos previstos no documento Anexo 1 dão a empresa a totalidade dos direitos sobre os créditos de carbono obtidos, com quaisquer metodologias utilizadas e todos os direitos de quaisquer certificados ou benefícios que se venha a obter através da biodiversidade desta área, durante o período de contrato", com uma ênfase na parte do texto que diz: direitos de quaisquer certificados ou benefícios que se venha a obter através da biodiversidade desta área.

Uma região do nosso país correspondente a nada menos do que dois milhões trezentos e oitenta e um mil hectares setenta e sete ares e sessenta e cinco centiares.

Disponibilizamos o contrato para que você leia com os próprios olhos no link à seguir:
http://sdrv.ms/1eDdKqw.

Via Revisionismo Histórico.

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